O que elas pensam...

Não fiz sexo e me arrependi
"Eu me segurei no primeiro encontro porque queria algo mais sério. No segundo, tiramos o maior sarro dentro do carro dele e ainda consegui me controlar, achando que isso o manteria ligado. Não deu certo. Ele sumiu. Eu telefonei e ele me ignorou. Fiquei péssima. Devia ter transado, pelo menos teria aproveitado aquele momento."
KARINA BARROS, 32 ANOS, ESTILISTA, SOLTEIRA
Dou quando tenho vontade e pronto
"Não vejo sentido em ter regras, cada situação é uma. Já esperei quando senti que poderia fluir melhor depois. Também já transei na primeira oportunidade que apareceu. Estou num relacionamento há três meses. Nossa primeira vez foi muito forte, foi o sexo que nos aproximou. Se ele me deixasse porque eu me entreguei logo, eu consideraria imaturidade - e um cara assim não combinaria em nada comigo. Gosto de tudo às claras, sem jogo. Não vejo graça em ter que esconder o meu tesão."
CRISTIANE SITA, 37 ANOS, ARQUITETA, SOLTEIRA
Transei no primeiro encontro e casei com ele
"Eu não gostava da idéia de fazer sexo logo de cara. Mas foi exatamente o que aconteceu com o homem que hoje é meu marido. Não só fomos para a cama já no primeiro encontro como fizemos sexo anal, coisa que nunca tinha me acontecido antes. Na hora, fiquei pasma comigo e com a situação, mas o tesão era tão intenso que queríamos nos engolir. Foi bom para nós dois, tanto que estamos casados - e vivemos muito bem. Essa paixão despudorada e intensa me ensinou que sexo e amor são para homens e mulheres fortes; não combinam com os mais fracos e os medrosos."
ZÉLIA*, 34 ANOS, ADVOGADA, CASADA
"Nos correspondemos durante seis meses por meio do Orkut. Na primeira vez que nos encontramos fomos jantar e acabamos na cama. Ninguém parou para pensar em certo ou errado. Simplesmente era bom. Tanto que não nos desgrudamos nunca mais. Um mês depois, ele me pediu em casamento e, em seis meses, oficializamos a nossa união."
LAÍS*, 39 ANOS, EMPRESÁRIA, CASADA
Eu me segurei por medo de perdê-lo
"Meu ex era machista, do tipo bruto. Só fomos para a cama um mês depois que começamos a sair, mas, confesso, isso me soou estranho. Não tinha mais idade para esse jogo duro. Eu sou mais liberal. Mas achei que, se não me contivesse e aceitasse as investidas dele, iria perdê-lo. Com o tempo, ficou claro que não tínhamos nada a ver."
PATRÍCIA*, 39 ANOS, FUNCIONÁRIA PÚBLICA, SOLTEIRA
Fiz um cara esperar, mas transei com outro
"É besteira ter que me policiar por causa do outro. Só recorri à tática porque os homens são machistas! Se você transar, o cara some. Como isso me aconteceu várias vezes, decidi endurecer quando conheci meu namorado. Achei terrível a espera! Gosto de sexo e só consegui me segurar porque transei com um amigo sem compromisso. Meu plano deu certo, consegui namorar com quem eu queria, estamos juntos há um ano. Entendo o lado dele: as mulheres estão apressadas, não dão tempo para o cara conhecê-las."
LUCIANA*, 40 ANOS, DENTISTA, SOLTEIRA
Vou para a cama se sentir que ele está fisgado
"Nunca topei fazer sexo de cara. A única vez que aconteceu, me arrependi. Conheci o irmão de um amigo numa festa de trabalho e ficamos. Na volta, transamos no carro num trecho meio deserto de uma praia, no Rio de Janeiro. Depois disso, ele evaporou. Algum tempo depois, meu amigo deu a entender que o irmão me achou uma piranha. Fiquei tão chateada que nunca mais transei no primeiro encontro. Prefiro saber antes qual é a do cara."
BEATRIZ BARBOSA, 35 ANOS, PUBLICITÁRIA, SOLTEIRA
"A tática do banho-maria é boa porque dá para ver se o homem vale a pena ou não. Para mim, a atração tem a ver com sexo, mas também com os valores, o caráter. Leva um tempo para saber como é a cabeça e o comportamento do outro. Já fui para a cama na primeira noite, mas não foi legal. No fundo, eu sabia que ele não valorizaria aquela situação, nem eu. Resultado? Nem meu telefone ele pediu. Acho que nenhum de nós estava no ponto'. Por isso, prefiro esperar."
LEE*, 38 ANOS, PSICÓLOGA