Estudos mostram relação direta entre consumo importante de álcool e HAS e que 3% a 8% dos casos de HAS nas mulheres seriam atribuídos ao consumo excessivo de álcool.
Foram estudadas 70.891 mulheres com idade entre 25 a 42 anos. O tempo de seguimento foi de 8 anos.
Os autores notaram que o consumo de álcool e HAS apresentaram um comportamento que se colocado em um gráfico exibiria uma curva em J (as mulheres abstêmias e as que têm consumo elevado possuem maior risco de desenvolver HAS do que as que apresentam consumo leve). O maior benefício do etanol mostrou-se naquelas com consumo leve.
Os pesquisadores concluíram que o consumo de álcool e HAS em mulheres jovens comporta-se como uma curva em J, em que o benefício esteve presente naquelas que tinham consumo leve de álcool. A incidência de HAS aumentou conforme aumento do consumo.